Você é um “Líder Integral”?

Nas esferas corporativas onde as mudanças imprimem um ritmo exponencial em atendimento a demandas cada vez mais complexas e a relações interpessoais mais desafiadoras, paira uma grande incerteza na convenção do diferencial de sucesso nas organizações: Qual o perfil do líder ideal para engajar as pessoas nessa nova configuração?

No propósito da liderança integral o conceito de inspirar pessoas e envolver as organizações na construção da visão de futuro ideal tornou-se uma prioridade. O líder – certo da existência de níveis diversos de consciência e talentos como condição única de cada indivíduo, deve assumir a posição de agente transformador e promover as mudanças – a partir de si próprio – como estimulo para criação das condições necessárias ao bom desempenho dos seus colaboradores.

O conceito de Liderança Integral considera que a construção da excelência nas condições humanas requer um investimento na sutileza de determinadas habilidades. “Saber de uma coisa racionalmente não a torna sabedoria”.  (Jamie Sams). A Inclusão da dimensão dos aspectos subjetivos compõe a equação da integralidade do líder. A dissociação dos conteúdos práticos e subjetivos responde por grande parte da insipidez dos resultados nas esferas organizacionais.

É preciso ser versado em pessoas e nutrir interesse genuíno por elas para que os resultados sejam construídos da melhor maneira possível. Muitos líderes na tentativa de serem eficientes e autônomos tornam-se cegos em relação às necessidades e expectativas das pessoas ao seu entorno. Pessoas oprimidas não desempenham no “melhor de si” e passam ao largo do entendimento dos conceitos de alto desempenho e resultados excepcionais.

A missão do líder no contexto da liderança integral é atuar como elo de integração e ilustrar com o próprio exemplo a excelência dos resultados através de objetivos colaborativos e soluções integradoras, considerando o indivíduo na sua integralidade como interface primordial na conexão dos conceitos de desenvolvimento conjunto, transformação cultural e dimensões estruturais da organização.

Se a palavra ilustra o exemplo arrasta. Muito mais do que de críticas as pessoas precisam, de fato, de diretrizes de sucesso ilustradas através de atitudes que respeitem a condição humana do individuo e configurem o propósito da inclusão – do estamos juntos – na legitimação dos interesses próprios como principio de motivação para construção dos resultados compartilhados.

Fonte Blog HSM

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