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Perseverança: Dom e Prática Perseverança: Dom e Prática

Manter-se firme diante dos desafios pode ser um dom, mas requer muito querer e persistência…

Provavelmente você já ouviu aquela máxima: “Sua vida é como uma empresa. Administre-a!”. Empreender a si mesmo é um processo construído ao longo dos anos que pode passar por momentos de sucesso, amadurecimento e mesmo declínio, assim como uma organização.

Ninguém está ileso destes momentos, mas algo essencial para determinar o futuro de cada empresa pessoal é o dom, ou o hábito, de perseverar. Há quem acredite que a perseverança é simplesmente uma dádiva e quem não a tem, jamais poderá contar com ela. E será mesmo uma característica natural? Quantas pessoas você não conhece que dizem aprender com a vida todos os dias? Não somente aprender, mas também praticar, que representa a parte essencial do processo bem sucedido.

Estas pessoas não se importam com premissas irrevogáveis, para elas, estas nem existem de fato. Estão dispostas a mudar onde for preciso, a se adaptar, se reinventar a cada dia. Acreditam nessa capacidade de controlar a si próprias para enfrentas as condições adversas do ambiente. Não é tarefa fácil, o cenário é contingencial, mas é justamente por isso que não encontramos seres assim em cada esquina. Falta coragem de muitos.

Mas se tenho a oportunidade de fazer da perseverança um hábito, mesmo acreditando que jamais fui predisposto a tal comportamento, por que, como e onde aplicá-la? Esta é uma pergunta cuja resposta é inerente a vários aspectos pessoais. A questão é complexa e sua solução varia de profissão, oportunidade e personalidade. O segredo está em trabalhar aquilo que você tem de melhor. Identificar e principalmente admitir, os erros que possam criar obstáculos para seu efetivo sucesso.

O início de um projeto é quase sempre acompanhado de euforia, disposição e uma ansiedade positiva que têm papel essencial no seu desenvolvimento e resultado. Porém, muitas vezes surge certo desestímulo ao longo do processo, ocasionado pela rotina das atividades ou principalmente pelas dificuldades que a jornada impõe aos jogadores. Daí vem o desejo de desistir e as velhas dúvidas de “Por que tentar? Será mesmo que vale a pena? Sou mesmo capaz de chegar lá ou ando sonhado alto demais?”. Todas estas indagações põem todo o árduo trabalho em cheque, e é diante delas que muito abdicam de um futuro promissor. Desistem antes mesmo da primeira curva, no primeiro sinal vermelho que (sempre) aparece.

Manter-se firme diante dos desafios pode ser um dom, mas é certeza que não há prática, acompanhada de muito querer e persistência, que não ofereça ao longo tempo subsídios para tornar-se aquilo que não se tem impregnado na alma deste o nascimento. Por isso, pratique e desenvolva o que ainda é preciso. Antes de se arriscar com brilho nos olhos em qualquer nova aventura, certifique-se que há uma boa dose de perseverança para dar continuidade aos seus projetos e sonhos. Entre o começo e o fim, há uma longa e necessária caminhada.

Danielle Abade
Graduanda de Comunicação Social
Autora do blog Discutindo Relações

Waleska Farias
Coaching, Carreira e Imagem.

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