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Planejamento: O Que Passará Da Sua Lista De 2010 Para 2011? Planejamento: O Que Passará Da Sua Lista De 2010 Para 2011?

Final do ano chegando. Um ciclo se encerra, novo ciclo se inicia e com ele a perspectiva de uma nova chance para os objetivos ainda não alcançados, além de outros mais a serem conquistados.

Novo ano, novo ciclo, novas perspectivas…

Aliás, por onde anda sua lista de objetivos para 2010?

Muitos de nós temos por hábito efetuar uma lista de objetivos e promessas para o novo ano que se inicia. Algumas são colocadas ao pé do santo de fé, outras viajam nos barquinhos de oferendas ao encontro de Iemanjá, e outras, simplesmente, jazem no fundo de uma gaveta ou comprimidas entres as páginas de uma velha agenda.

Começar a lista de objetivos é um fato, mas concluí-la é, talvez, uma possibilidade.

Mas, por que iniciar uma nova lista sem nem ao menos avaliar se o que desejamos no início do ano concretizou-se ou não?  E se não se concretizou, foi por qual motivo?

Por certo ouviremos muito a frase: esse ano não foi ruim. Também não foi tão bom assim. Mas o próximo, certamente, será muito melhor.

“Delargamos” a quem ou ao quê de direito a realização dos “nossos” objetivos.

Culpamos a quem ou ao quê de direito pelo malfadado resultado das nossas conquistas.

Se os objetivos são nossos, por que delegar a terceiros a responsabilidade de fazê-los acontecer?

A configuração da nossa vida, hoje, responde em linha com as opções que fizemos. Portanto, se nossos objetivos não foram conquistados, certamente, somos nós os responsáveis. É uma conta simples e justa: colhemos aquilo que plantamos!

O que faltou para que seus objetivos se realizassem?

Viabilidade do objetivo, foco, planejamento, disciplina, determinação? Quais desses pontos pesaram contra no seu plano de ação pessoal?

É fundamental saber o que e como desejar. Checar a viabilidade dos nossos auspiciosos objetivos e avaliar se os mesmos são, realmente, nossos.

Para que nossos planos se realizem é necessário avaliar se todos os conceitos mencionados estão sendo considerados quando da elaboração dos novos planos para o ano que se inicia.

Assim como nossas vivências são frutos dos nossos julgamentos, nossos objetivos, também, são resultado direto do nosso empenho em fazê-los acontecer.

Culpar o quê ou quem quer que seja pela não realização das nossas conquistas é o modo mais simples de nos isentar das nossas responsabilidades e o primeiro passo para que nossas expectativas não aconteçam em linha com o que esperamos.

Quer dar um final feliz para sua lista de desejos? Então, registre as dicas:

1. Cheque a viabilidade dos seus objetivos. Missão impossível fica melhor no cinema e milagres ficam por conta dos santos. No que depende de você, o que pode ser feito para que seu propósito se realize?
2. Planeje “como” você conquistará seus objetivos: antecipe possíveis obstáculos, seus e de terceiros quando envolvidos, e visualize soluções; Para quem não sabe onde vai qualquer lugar serve, não é mesmo?
3. Disciplina tem a mesma etimologia da palavra “discípulo”, que significa “aquele que segue“. Depois de planejar, siga à risca as etapas do SEU plano de ação. Grande parte dos insucessos refere-se ao baixo comprometimento com a execução dos objetivos propostos.
4. Determinação é a palavra de ordem. Lembre-se: se você mesmo não consegue ser fiel aos seus propósitos, quem será? Faça acontecer aquilo que você considera essencial para que seus objetivos sejam alcançados. Mantenha as rédeas da sua vida em suas mãos. E jamais, jamais “deixe a vida lhe levar”.
5. Autoconfiança: na dúvida, não inicie a lista. Peça a ajuda de um profissional capacitado que o ajude a desenvolver bons métodos e a resgatar sua autoconfiança. Como disse Shakespeare: “Se você acredita que é capaz, é. Se acredita que não, também.”

Inicie sua lista investindo no seu maior patrimônio: VOCÊ.

Feliz novo ano!

Waleska Farias
Coaching, Carreira e Imagem.

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