Waleska Farias - Gestão de carreira e imagem



Sobre tecnologias e lobos Sobre tecnologias e lobos

Por Danilo Marinho

As modalidades de relacionamento modernas se desenvolveram a luz do que entendemos sobre o que é tecnologia. Apesar de ser uma afirmativa contundente, ela nos leva a refletir sobre o papel das mídias digitais e seu grau de interatividade com o usuário e/ou audiência.

Usuário porque ele interage, opina, reclama, sugere... Audiência porque, como a própria designação indica, apenas acompanha – de perto ou longe – os eventos que acontecem nos ecossistemas digitais. E isso nos leva ao infográfico elaborado pelo blog americano Convince & Convert que aponta que 18% dos usuários confiam nos influenciadores, enquanto que 92% confiam nos defensores da marca.

Esses dados, no ambiente organizacional (comunicacional) demonstram que tais influenciadores e defensores de qualquer “ideia digital” tem a capacidade decisória. Dessa forma, a importância de se construir um plano de comunicação – leia-se estratégia de comunicação na web – é fundamental. Claro, isso não é novidade!? (é?).

Mas, ao admitirmos que tais meios digitais são os únicos meios pelos quais se atingem os objetivos desejados, reduzimos a capacidade cognitiva do usuário ou audiência.

Bom, irreversível é o fato de que as tecnologias interferem nas nossas vidas, entretanto, #ficaadica: nossas necessidades fisiológicas ainda são individuais!

Isso porque em levantamento feito pelo Instituto Nielsen de pesquisas sobre mídia, demonstrou que o uso de apps aumentou cerca de 85% . Acompanhando a tendência, a mesma pesquisa comprovou que cerca de 32% dos jovens americanos entre 18 e 24 anos acessam a rede enquanto estão no banheiro.

O que significa uma mudança de comportamento entre essa camada da sociedade. Mas muita calma nessa hora, não precisa se desesperar. Esse mesmo tipo de comportamento pode ser passageiro, efêmero, fugaz...

de relacionamento modernas se desenvolveram a luz do que entendemos sobre o que é tecnologia. Apesar de ser uma afirmativa contundente, ela nos leva a refletir sobre o papel das mídias digitais e seu grau de interatividade com o usuário e/ou audiência.

Usuário porque ele interage, opina, reclama, sugere... Audiência porque, como a própria designação indica, apenas acompanha – de perto ou longe – os eventos que acontecem nos ecossistemas digitais. E isso nos leva ao infográfico elaborado pelo blog americano Convince & Convert que aponta que 18% dos usuários confiam nos influenciadores, enquanto que 92% confiam nos defensores da marca.

Esses dados, no ambiente organizacional (comunicacional) demonstram que tais influenciadores e defensores de qualquer “ideia digital” tem a capacidade decisória. Dessa forma, a importância de se construir um plano de comunicação – leia-se estratégia de comunicação na web – é fundamental. Claro, isso não é novidade!? (é?). Mas, ao admitirmos que tais meios digitais são os únicos meios pelos quais se atingem os objetivos desejados, reduzimos a capacidade cognitiva do usuário ou audiência. Bom, irreversível é o fato de que as tecnologias interferem nas nossas vidas, entretanto, #ficaadica: nossas necessidades fisiológicas ainda são individuais!

Isso porque em levantamento feito pelo Instituto Nielsen de pesquisas sobre mídia, demonstrou que o uso de apps aumentou cerca de 85% . Acompanhando a tendência, a mesma pesquisa comprovou que cerca de 32% dos jovens americanos entre 18 e 24 anos acessam a rede enquanto estão no banheiro.

Waleska Farias
Coaching, Carreira e Imagem.

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